Ambev leva projeto de acesso à água para 24 mil pessoas de comunidades da região leste; Arujá será beneficiada

Mais de 6 mil filtros serão entregues a famílias de comunidades; dentre as cidades beneficiadas estão Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Salesópolis e Suzano

A falta de acesso à água potável é uma realidade pouco visível aos olhos de quem circula pelas ruas de grandes centros urbanos. Para ajudar a mudar esse cenário, a Ambev está ampliando o papel social da sua água AMA do semiárido brasileiro para grandes cidades. O projeto, que teve início em agosto e será desenvolvido durante todo o mês de setembro em parceria com a Deep, prevê a distribuição de 6 mil filtros de barro a comunidades, como forma de melhorar o acesso destas comunidades à água filtrada. 
Para ampliação do papel social da água AMA, a companhia diagnosticou a necessidade de melhorar a qualidade da água consumida por estas comunidades. A solução veio no tradicional e conhecido filtro de barro, que elimina aproximadamente 95% do cloro, parasitas, e metais pesados, além da cerâmica reduzir a temperatura da água em até 5 graus centígrados se o filtro for mantido em local protegido, tornando a água fresquinha e pronta para o consumo. Além disso, o filtro de barro é o único a receber classificação P-I do Inmetro, capaz de reter partículas de 0,5 a 1 mícron, sendo que os demais só acima de 15 mícrons. 
Inicialmente, mais de 24 mil pessoas serão beneficiadas com a entrega dos filtros durante os meses de agosto e setembro em comunidades da região Leste da Capital Paulista e do Alto Tietê, nas cidades de Arujá, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Salesópolis e Suzano. Em Arujá a população contemplada foi do bairro Retiro.  
Para Carlos Pignatari, gerente de Impacto Social da Ambev, "a água é essencial para a vida de todos nós, mas nem sempre paramos para refletir sobre a importância do acesso a esse recurso. Começamos, em 2017, no semiárido do Brasil e nossos esforços não param. Agora, AMA abraçou um novo desafio: ajudar a reverter realidades invisíveis dos grandes centros. Depois de estudos de viabilidade técnica, chegamos a um formato que atende demanda e a necessidade dessa região, dando acesso à água de qualidade para as famílias beberem e cozinharem. A decisão de extrapolar o impacto social da Ambev vem da própria essência da água AMA quando a criamos: levar água a quem precisa, não importa onde". 
Além disso, o projeto também beneficia a distribuição de renda pelas comunidades. Já que toda organização do projeto, desde o cadastramento das famílias até distribuição dos filtros, é realizado com mão de obra local. "Procuramos beneficiar a contratação de mulheres, de preferência em idade entre 40 a 45 anos, isso para que elas consigam algum tipo de renda, mas sem precisar estar longe de suas casas e de suas famílias", afirma Juliana Almeida Dutra, diretora de Projetos da Deep. 

Sobre a AMA 
A AMA nasceu, em 2017, com o objetivo de garantir água de qualidade aos brasileiros que sofrem com a falta desse recurso. O papel social da AMA, da Ambev, começou pelo semiárido brasileiro, onde foi possível levar água a 57 comunidades de 38 municípios, com mais de 223 mil pessoas beneficiadas. De cisternas a sistemas comunitários construídos, a companhia aplicou tecnologia e adaptações para que famílias de nove Estados do semiárido brasileiro pudessem contar com água potável para consumo e para outras atividades essenciais. 
A fórmula é simples: 100% do lucro obtido com as vendas de AMA são direcionados a projetos sociais que levam água de qualidade às pessoas que não têm e todos podem acompanhar como é feita a conversão desse valor em benefício à população, por meio do site www.ambev.com.br/ama. O custo de produção e de transporte da AMA representa 45% de seu preço, 25% são impostos, 5% vendas e marketing e os 25% restantes correspondem ao lucro. Já foram mais de R$ 4,5 milhões revertidos e aplicados em 57 projetos. Em 2020, um novo capítulo desse produto social também evoluiu rumo à sustentabilidade, com o lançamento de AMA na versão em lata de alumínio. Para cada região e comunidade, uma solução é pensada para possibilitar esse acesso, sempre considerando as necessidades, estrutura e formato mais adequado para que a água potável chegue até as famílias. No semiárido brasileiro a construção de cisternas e de sistemas comunitários de água foram alguns dos exemplos possíveis aplicáveis à realidade do local. Quando falamos em centros urbanos e sua densidade populacional, após estudos de formatos, a alternativa mais eficiente foi com a disponibilização de filtros de barro, reconhecido como um dos mais eficazes sistemas de purificação de água.

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