"Nossa Arujá e Projeto Saudade" exibe fotos de Fábio Fernandes sobre a evolução da cidade

Foi aberta ao público, na noite de 09 de setembro de 2021, a exposição "Nossa Arujá e Projeto Saudade" que exibe fotos de Fábio Fernandes Corrêa. O espaço escolhido pelo artista e fotógrafo foi o museu Umbelina Ferreira Barbosa, na Rua Major Benjamim Franco, nº 15, Centro.
Fábio Fernandes Corrêa é um profissional com bagagem de mais de 30 anos de trabalho, fotografando desde eventos da cidade a eventos sociais como casamento e aniversário, eventos institucionais, passando por fotos de produtos, retratos, ensaios e muitos outros trabalhos relacionados à fotografia e filmagem. Este arujaense apaixonado pelo município começou a trabalhar, aos 15 de idade, no estúdio do Jorge Gaúcho, instalado nas dependências da Rodoviária de Arujá.
Para quem não conhece, Fábio é o autor da fotografia mais icônica de Arujá, a foto da igreja Matriz (Paróquia Senhor Bom Jesus de Arujá). O menino que cresceu na mesma rua onde hoje funciona o museu possui seu estúdio localizado na mesma rua; conta, entre os muitos registros fotográficos, com imagens das belezas do município de Arujá, em suas mais diversas formas, muitas delas, agora expostas no projeto de sua autoria mostrando o verdadeiro olhar de um arujaense sobre sua cidade.
 Vale lembrar que o projeto do arujaense Fábio Fernandes foi contemplado pela lei Aldir Blanc, prevendo um presente cultural para a cidade. Fabio conta que “as fotos do Projeto "Nossa Arujá e Projeto Saudade" foram escolhidas por ser as fotografias mais marcantes da minha carreira, a exemplo da foto da igreja matriz. Ela é uma das fotos da cidade mais conhecida, e a qual muita gente usa, mas dificilmente se sabe de quem é o rosto por trás da fotografia. Todas elas trazem uma história da cidade e da sua evolução, deixando assim registrada a passagem do tempo, descreve, acrescentando: “Como eu cresci na cidade, e tenho mundo orgulho de ter vivido na Rua Major Bejamim Franco, nada mais justo do que representar minha cidade e as pessoas com as quais convivi durante a minha infância e juventude”.
Ainda sobre a decisão de fazer a exposição Fábio confessa: “O Projeto Saudade surgiu do sentimento com o mesmo nome (saudade) que eu sinto do meu pai. Então eu resolvi eternizar em forma de fotografias pessoas importantes que de alguma forma passaram pela minha vida e que contribuíram para eu ser o que eu sou hoje. Todas as pessoas fotografadas tiveram uma parcela muito importante na minha vida”, conclui.

 

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