Discussão sobre iluminação pública ganha destaque na reunião ordinária do Conseg

Na última reunião ordinária deste ano do Conseg, realizada na noite da última terça-feira, 03, em Arujá a discussão sobre iluminação pública voltou a ser destaque. Vários munícipes presentes ao encontro reclamaram com veemência sobre o descaso para com a população. Benedito Souza Ferreira, o Dito Maguila, presidente do Conseg, disse que a Promotoria Pública respondeu ao documento enviado pela entidade em agosto último. Segundo Dito Maguila, a promotora que analisou o pedido de suspensão da cobrança da taxa de iluminação pública respondeu que não está se gastando o valor arrecadado. Ressalta que não há improbidade administrativa, porém sinaliza o uso do recurso como má gestão. O processo acabou sendo encaminhado para análise de outro promotor e agora só resta aguardar.
Representando o Executivo arujaense naquela reunião, o secretário adjunto de Segurança Pública Evilázio Ferreira de Souza falou sobre o parecer do Ministério Público. Ele disse que a promotoria não entra em detalhes e dá um parecer apenas se baseando nas reclamações dos munícipes. Evilázio deixou bem claro também que a obrigação jurídica do parque luminoso da cidade ainda é da Elektro que, segundo ele, presta um mal serviço à população. Mas que a Prefeitura está aguardando a finalização de um projeto em andamento para assumir o parque luminoso de Arujá.
As inúmeras reclamações sobre a precariedade do serviço de iluminação pública foram feitas por moradores de vários bairros como Vista Alegre, Copaco, Jordanópolis entre outros. Um morador do Jordanópolis e frequentador assíduo das reuniões do Conseg ficou bastante irritado com o descaso. Segundo ele, neste mês de dezembro fez um ano que reclamou em reunião para substituir duas luminárias queimadas numa viela localizada entre a Rua Santa Cecília e Avenida Nossa Senhora de Fátima. E até então elas (luminárias) continuam do mesmo jeito: queimadas.
Moradores da Copaco reclamaram que não foram colocados guard-rails na Estrada dos Índios, segundo eles uma solicitação feita desde 2017. Temem por uma tragédia e aguardam por soluções urgentes da Prefeitura. Um determinado morador chegou a dizer que “somos esquecidos pela Prefeitura porque nosso bairro não tem votos o suficiente para eleger políticos”.
Outro morador da Granja Urupês voltou a cobrar soluções sobre uma área invadida bem na divisa com o município de Santa Isabel. O morador afirmou que a área está sendo usada por bandidos. “Eu quero uma solução, não vou esperar mais”, cobrou o morador indignado com a demora. Evilázio se propôs a ajudar o morador na solução deste problema e pediu para procurá-lo na Prefeitura e então encaminhá-lo à Secretaria de Obras.
Uelton Souza, subcomandante da Guarda Municipal, ao usar a palavra aproveitou para divulgar novamente o serviço do aplicativo 153 Cidadão, uma ferramenta para auxiliar e agilizar os serviços da GM nas ocorrências. Já o chefe dos investigadores da Delegacia de Polícia Civil de Arujá, Antonio Paulo Costa, também foi breve em suas palavras dizendo que as portas do DP estão abertas à população caso necessitem. Referente à tão esperada inauguração do Núcleo de Defesa da Mulher em Arujá, Antonio Paulo respondeu que ainda não se tem uma data, pois estão aguardando um parecer do governador João Doria.
Representando a Polícia Militar, o 1º sargento Nunes respondeu a algumas perguntas dos munícipes sobre combate às drogas nas escolas e rondas na Granja Urupês. Sargento Nunes informou que na PM já existe um programa denominado PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência – onde se faz um trabalho importantíssimo sobre prevenção de drogas nas escolas. Sobre rondas na Granja Urupês comentou que não há necessidade de intensificar. Segundo ele o tenente Ronildo Lopes – comandante da PM em Arujá – foi pessoalmente até o bairro e constatou não haver necessidade de intensificar as rondas. Existem outros bairros com maior necessidade onde os índices de ocorrências são maiores.

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