19/11/2018

Cuba decide sair do Mais Médicos; oito profissionais do Programa atendem em Arujá

Os questionamentos sobre a formação profissional dos médicos cubanos e as condições impostas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para dar continuidade ao Programa Mais Médicos no Brasil levou o governo cubano a encerrar sua participação no Programa no País e solicitar o retorno à ilha dos cerca de 11 mil especialistas que atuam no Brasil. As condições impostas por Bolsonaro — de exigir a revalidação do diploma e contratar individualmente os profissionais cubanos — foram consideradas inaceitáveis. Em nota divulgada quarta-feira (14), o Ministério de Saúde Pública de Cuba considerou "inaceitável" que se questione a competência e o altruísmo dos colaboradores cubanos, que atuam em 67 países atualmente. No Twitter, Bolsonaro lamentou que o governo cubano não tenha aceitado as condições. A questão em aberto é como será a transição no atendimento. Os médicos cubanos estão alocados em vagas rejeitadas pelos brasileiros.
Em Arujá, segundo informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal, oito profissionais atuam na cidade nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Jardim Real Mirante, Barreto e Jardim Emília. A Prefeitura, até o fechamento da edição, não havia sido oficiada da decisão e não sabia informar até quando os profissionais estrangeiros atenderão na cidade.

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